Doeu a mordida no rosto que a Gabi levou do Kenzo, um dos cães do Tio Flávio da raça Chau-chau, na última visita que fizemos a ele (o tio) há duas semanas. Mas talvez tenha doído mais em nós sentir que nada poderia ser feito para reverter o quadro, restando apenas o amparo com cuidados médicos e carinho. O malvacão pegou ela de jeito!
Tratamos de explicar a ela que foi apenas uma reação que ele teve porquê sentiu medo dos abraços fortes que ela deu nele e que não fez por mal. Pedimos a ela que não ficasse brava com ele. E parece que ela entendeu!
Essa foto foi tirada na manhã seguinte. É possivel sentir na expressão dela a consciência do fato (lembrado quando a chamei para fazer a foto) ao comprimir os lábios com certa apreensão, mas também a ausência de mágoa, ressentimento ou tristeza identificados pelas sobrancelhas relaxadas, sem tensão. Ou numa palavra: resignação.
Vendo a foto dela assim, com o rostinho machucado, dá vontade de voltar no tempo e impedir o momento fatídico. Mas o propósito da Vida não é esse. É nos ensinar através de experiências que não voltam e nos fazer crescer.
As marquinhas no nariz vão sumir, mas a lição vai ficar. Bola pra frente!
=)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Gabi já é reencarnacionista! Viva!
Procuro sempre explicar as questões quotidianas que tem ligação com a parte moral e espiritual de forma simples e, se possível, divertida. E reencarnação é uma delas, embora eu considere um tema difícil de se explicar pra uma criança de 3 anos. Mas foi nesse sábado que tive a felicidade de saber que ela está aprendendo.
Mamãe Dora chamou a Gabi para o tradicional cochilo de sábado a tarde. Mas a Gabi resolveu levar o Gandhi junto para o quarto. Agarrou o bichinho e arrastou-o para lá. Foi então que após acomodá-lo "delicadamente" na almofada ao lado da cama, foi até a porta e a fechou.
_Deixe a porta aberta, Gabi! - disse sua mãe.
_Por que? - retruca Gabi.
_Porque está calor, filha! - argumentou a mãe.
_Mas eu quero fechar, mãe! - insistiu Gabi.
Nesse momento, mamãe lançou mão de um motivo trágico para convencer a pequena.
_Não, Gabi! Deixa a porta aberta porque se não acaba o ar e o Gandhi morre!
Automaticamente Gabi devolve.
_Mas aí depois ele volta, né?
<=O
Mamãe Dora chamou a Gabi para o tradicional cochilo de sábado a tarde. Mas a Gabi resolveu levar o Gandhi junto para o quarto. Agarrou o bichinho e arrastou-o para lá. Foi então que após acomodá-lo "delicadamente" na almofada ao lado da cama, foi até a porta e a fechou.
_Deixe a porta aberta, Gabi! - disse sua mãe.
_Por que? - retruca Gabi.
_Porque está calor, filha! - argumentou a mãe.
_Mas eu quero fechar, mãe! - insistiu Gabi.
Nesse momento, mamãe lançou mão de um motivo trágico para convencer a pequena.
_Não, Gabi! Deixa a porta aberta porque se não acaba o ar e o Gandhi morre!
Automaticamente Gabi devolve.
_Mas aí depois ele volta, né?
<=O
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